Organização de Procura de Órgãos (OPO)

LEGISLAÇÃO | FORMULÁRIOS | PRODUÇÃO ANUAL

 

Coordenador da Organização de Procura de Órgãos (OPO)
Luiz Antonio da Costa Sardinha 

Enfermeiras(os) da Organização de Procura de Órgãos (OPO)
Maria Valéria de Omena Athayde
Luciana Aparecida dos Santos
Rafaela Batista dos Santos Pedrosa
Klenio de Oliveira Bonfim

Médico da Organização de Procura de Órgãos (OPO) 
Helder José Lessa Zambelli

Médicos Plantonistas do Doppler Transcraniano
Venâncio Pereira Dantas Filho
Wagner Mauad Avelar 

Auxiliar Administrativo 
Ana Carolina Alves Domingos

 

Horário de Funcionamento: 24 horas
 
Contatos:
Fone: (0xx19) 3521-8000
Fone/Fax: (0xx19) 3521-7259 
Celular: (19) 99748-9187

 


 

Tire suas Dúvidas sobre Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante

1. Como posso ser doador?

Hoje, no Brasil, para ser doador não é necessário deixar nada por escrito, em nenhum documento. Basta comunicar sua família do desejo da doação. A doação de órgãos e tecidos só acontece após a autorização familiar.

2. Que tipos de doador existem?

Doador Vivo: qualquer pessoa saudável que concorde com a doação. O doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea e parte do pulmão. Pela lei, parentes até quarto grau e cônjuges podem ser doadores; não parentes somente com autorização judicial.

Doador Falecido: são pacientes com morte encefálica internados em UTI (Unidade de Terapia Intensiva), geralmente vitimas de traumatismo craniano ou AVC (derrame cerebral). A retirada dos órgãos é realizada em centro cirúrgica como qualquer outra cirurgia.

3. Quais órgãos e tecidos podem ser obtidos de um doador falecido?

Coração, pulmões, fígado, pâncreas, intestino, rins, córneas, veias, ossos e tendões.

4. Para quem vão os órgãos doados?

Os órgãos doados vão para os pacientes que necessitam de um transplante e estão aguardando em lista única, definida pela Central de Transplantes da Secretaria de Saúde de cada Estado e controlada pelo Ministério Público.

5. Como posso ter certeza sobre o diagnóstico de morte encefálica?

Não existe dúvida quanto ao diagnóstico. O diagnóstico de morte encefálica é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina. Dois médicos de diferentes áreas examinam o paciente, sempre com a comprovação de um exame complementar.

6. Após a doação o corpo fica deformado?

Não. A retirada dos órgãos e tecidos é uma cirurgia como qualquer outra e o doador poderá ser velado normalmente.

Fonte: Associação Brasileira de Transplante de Órgãos - ABTO