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Comissão de Controle de Infecção Hospitalar


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Componentes

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Atividades

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Metodologia

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Controle de Antimicrobianos

 

Entre em contato conosco

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Componentes


Nome Função e-mail
Silvia Angelica Jorge enfermeira (Dep. Enfermagem) silviaj@hc.unicamp.br
Sonia Regina P.E. Dantas enfermeira (SCIH) dantas@unicamp.br
Sheila Cristina Vetorazzi enfermeira (UTI)  
Rosiane de Fatima Ambrósio farmacêutica (Farmácia) rosiane@hc.unicamp.br
Roseli Calil neonatologista (CAISM) calil@unicamp.br
Ricardo Mendes Pereira médico (Dep. Pediatria) ricardom.p@uol.com.br
Renata Fagnani enfermeira (SCIH) renatafagnani@uol.com.br
Plinio Trabasso médico infectologista trabasso@hc.unicamp.br
Mirtes Loeschner Leichsenring enfermeira (SCIH) mirtes@hc.unicamp.br
Mariana Carvalho e S. Carvalho médica infectologista (SCHI) meeh@uol.com.br
Margarete Taglieta enfermeira (Centro Cirúrgico) megtaglieta@aol.com
Marcelo Nardi Pedro médico (Pronto Socorro)  
Manuel Eiras Falcão médico (UTI) eirasfalcao@uol.com.br
Luciana M. C. Monteiro enfermeira (Pronto Socorro)  
Elinton Adami Chaim médico (Dep. Cirurgia)  
Eduardo Mello de Capitani médico (Dep. Clínica Médica) capitani@fcm.unicamp.br
Djalma Moreira Filho médico epidemiologista (FCM) djalmore@fcm.unicamp.br
Angela Von Nowakonski médica microbiologista (LPC) avon@aleph.com.br


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Atividades


A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital das Clínicas da Unicamp tem diversas atuações; a primeira delas é a normativa, na qual são estabelecidas as regras a serem seguidas por todos os profissionais da saúde que exerçam suas atividades no HC-Unicamp no sentido de minimizar os riscos para a ocorrência de infecção hospitalar.

A segunda frente de atuação é a vigilância epidemiológica das infecções hospitalares, através da qual os casos de infecção hospitalar são detectados e analisados. Através da análise dos dados coletados, os profissionais da CCIH podem diagnosticar quais são e aonde estão as infecções hospitalares no HC-Unicamp e qual é a população de maior risco. Conhecendo estas peculiaridades, a CCIH propõe ações que visam minorar o problema.

As ações educativas constituem a terceira forma de atuação da CCIH HC-Unicamp. Todos os profissionais estão em constante atualização, seja através de literatura especializada ou por participação em congressos e outros eventos relacionados. Uma vez atualizados, os profissionais tratam de estudar a aplicabilidade dos novos conceitos ou tecnologias no HC-Unicamp. A CCIH tem como responsabilidade, ainda, a difusão destes novos conhecimentos para os outros profissionais do Hospital, através de palestras, cursos ou comunicação impressa. Ainda dentro das ações educativas, estão incluídas as reuniões, palestras e o contato diário com os demais profissionais do Hospital, quando as orientações sobre normas e condutas são reforçadas.

A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar é responsável, ainda, pela padronização e controle do uso de antimicrobianos.

Finalmente, cabe à CCIH a investigação de surtos de infecção hospitalar, quando ocorrerem.


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Metodologia


A CCIH HC-Unicamp emprega a metodologia de vigilância global, através de busca ativa e diária de casos de IH em todas as Unidades do HC, exceto a enfermaria de psiquiatria. Na enfermaria geral de adultos, a busca ativa é feita semanalmente.

Além desta, a CCIH utiliza a metodologia de vigilância por componentes, baseada na metodologia NNIS, nas Unidades de terapia intensiva de adultos e pediátrica e de emergência clínica e cirúrgica.


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Controle de Antimicrobianos


Um programa de controle de uso de antimicrobianos visa, primordialmente, tornar racional o uso destas drogas no âmbito hospitalar. Várias razões concorrem para sua implementação: que podem ser resumidas Os antimicrobianos que têm seu uso controlado e os critério para sua liberação são:

Os critérios utilzados para definir quais os antimicrobianos são controlados e quais os critérioos para sua utlização levam em conta fatores epidemiológicos locais e NÃO DEVEM ser extrapolados para outras instituições. As informações aqui descritas servem ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE como referência, ponto de partida.

Antimicrobiano

Critério para utilização

Amoxacilina/clavulanato Pneumonias comunitárias que não responderam à penicilina cristalina;
Pneumonias comunitárias em situações que se queira preservar a função renal;
Sinusites que não responderam ao tratamento inicial;
Infecções comunitárias de pele, principalmente pé diabético e outras insuficiências vasculares
Ticarcilina/clavulanato Infecções por Pseudomonas aeruginosa resistente aos aminoglicosídeos;
Infecções presumidas por P. aeruginosa;
Pneumonia ou infecções urinária hospitalares, segundo critério epidemiológico definido pela CCIH
Cefazolina Profilaxia cirúrgica na maior parte dos procedimentos operatórios;
Infecções comunitárias de pele e trato respiratório superior que não responderam ao tratamento inicial com cefalosporina via oral ou penicilina cristalina;
Infecção urinária em gestante, quando não puder ser tratada por medicação via oral
Cefoxitina Não existe indicação formal para esta droga; existem inúmeras associações que a substituem, por um custo menor. Usada comumente para profilaxia de cirurgias contaminadas pela flora entérica.
Ceftriaxona Infecções por bactérias Gram- resistentes aos aminoglicosídeos;
Meningites neonatais;
Meningites bacterianas não especificadas;
Abscesso cerebral (2ª escolha);
Infecções Hospitalares respiratórias e do trato urinário, por presumível germe resistente
Ceftazidima Infecções por Pseudomonas aeruginosa resistente aos aminoglicosídeos;
Infecções presumidas por P. aeruginosa
Leucopênicos/aplásicos com febre (em associação)
Clindamicina Infecções comunitárias de pele, principalmente pé diabético e outras insuficiências vasculares;
Infecções abdominais polimicrobianas conhecidas ou presumidas, especialmente com envolvimento de anaeróbios
Meropenem Infecções polimicrobianas conhecidas ou presumidas, especialmente as intra-abdominais;
Tratamento empírico de processos infecciosos que não responderam à sucessivos esquemas antimicrobianos de largo espectro;
Infecções por germe sensível somente à droga
Vancomicina Infecções por Staphylococcus aureus sensível somente à droga;
Leucopênicos/aplásicos com febre (em associação);
Infecções por Enterococcus faecalis resistente à ampicilina;
Infecções por Enterococcus faecium
Teicoplanina Mesmas indicações da vancomicina MAIS:
Insuficiência renal aguda induzida pela vancomicina;
Farmacodermia relacionada à vancomicina (síndrome do pescoço vermelho)
Pefloxacina Infecções urinárias ou do trato respiratório, comunitárias ou hospitalares que não podem ser tratadas por via oral e nas quais deseja-se poupar a função renal (idosos, p.ex.)
Ciprofloxacina Infecções de pele e osso por Staphylococcus aureus resistente à oxacilina;
Infecções por Pseudomonas aeruginosa resistente aos aminoglicosídeos, especialmente as intra-abdominais

  É expressamente proibida a utilização das normas e padronizações sem prévio consentimento da CCIH HC-Unicamp

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