Casa cheia no evento de entrega do quadro de Manoel Bertolo

(20/05/2016) Uma homenagem prestigiada marcou a entrega do quadro com o retrato do professor Manoel Barros Bertolo, para integrar a galeria de superintendentes do Hospital de Clínicas da Unicamp. A cerimônia de descerramento aconteceu no anfiteatro da superintendência, com a presença de familiares, autoridades, amigos, docentes e da comunidade hospitalar.
 
Integram a galeria 11 superintendentes que já dirigiram o hospital desde o início das atividades da instituição nos últimos 30 anos. Bertolo foi superintendente no período entre 2010 e 2014, porém passou quase 10 anos na superintendência ocupando outros cargos, inclusive o de coordenador de Assistência.
 
A professora Terezinha Tresoldi, coordenadora de assistência durante a gestão de Manoel Bertolo, abriu a cerimônia destacando as dificuldades do período para o reequilibrio do hospital. “Foram quatro anos turbulentos mas muito positivos e o Manoel demonstrou habilidade de sobra para fazer a diferença nessas conquistas", destacou Tresoldi.
 
Em seguida, o capelão Padre Norberto Bonfim fez uma mensagem na cerimônia que contou com a presença do reitor da Unicamp, Tadeu Jorge, do Coordenador Geral da Universidade Alvaro Crósta, do ex-reitor Fernando Costa, do atual diretor da FCM, Ivan Toro e dos ex-diretores da FCM Sérgio Leonardi, Lilian Costalatt e Mário Saad, bem como de quatro ex-superintendentes, entre outros.
 
O ex-reitor Fernando Costa comentou sobre o enorme desafio de administrar e manter funcionando um hospital complexo como o HC da Unicamp. "Manoel conseguiu agregar competências para fazer este hospital funcionar regularmente contribuindo para o Estado, o país e produzindo conhecimento", atestou Costa.
 
Ivan Toro, atual diretor da FCM, disse ter orgulho em ter convidado o professor Manoel Bertolo para integrar a administração em 2005. "Só quem foi superintendente deste hospital sabe das dificuldades diárias de cuidar de uma unidade como essa", salientou e completou em alusão a um comentário do reitor. "Professor Tadeu com todo respeito, acho que o cargo mais difícil da Universidade não é o de reitor mas certamente o deste hospital", brincou Toro.
 
Álvaro Crosta lembrou que a boa gestão se faz com planejamento dos recursos e previsibilidade para o futuro. "É incontestável os feitos do professor Manoel frente ao HC, principalmente porque hoje o hospital está na contramão do quadro geral do País, ou seja prestando inestimáveis serviços para a população, o que muito nos orgulha", comentou.
 
Já o atual superintendente João Batista de Miranda reforçou as incansáveis reuniões com Manoel Bertolo em busca de propostas para manter o HC e iniciar o mais ambicioso projeto de modernização tecnológica do hospital desde a sua inauguração. " Não foi fácil mas hoje temos certeza de que tornamos o HC um dos melhores hospitais universitários do Estado e do País, assumindo cada vez mais um papel estratégico e estruturante para a região", assegurou Miranda.
 
Para o homenageado, seus quase 10 anos na superintendência significaram aprendizado e a descoberta de novos amigos. Entretanto, Manoel Bertolo reiterou que o apoio da reitoria - Fernando Costa e também de Tadeu Jorge - foi determinante para a instituição conseguir vencer as dificuldades e não ficar desamparada.
 
Segundo Manoel a gestão foi "turbulenta" mas muito bem sucedida e um dos destaques foi a ativação de 40 leitos - 20 na enfermaria de Retaguarda e 20 na UTI . "Não posso deixar de deixar publicamente me agradecimento a Dra. Iracema, aqui presente com o professor Leonardi, o apoio irrestrito na minha gestão junto a Secretaria Estadual em especial na abertura desses leitos", enfatizou Bertolo que concluiu "Essa homenagem não é para mim, mas sim para todos nós".
 
Por fim, Tadeu Jorge dirigiu a palavra aos convidados agradecendo pelo convívio e experiência - mesmo curta - com a gestão do professor Manoel. Segundo ele, qualquer adjetivo para definir o que Manoel Bertolo fez pelo HC será pouco, porém citou três características relevantes. Antes porém, destacou a relevante conquista de zerar uma dívida de R$ 11 milhões na gestão e ainda deixar um superavit para o atual superintendente.
 
A primeira ser um docente totalmente em sintonia com a Universidade conduzindo atividades de direção de unidade, assistência, ensino e pesquisa. "Ele também é tricolor e agrega em sua carreira, as três cores da Unicamp: o branco, o preto e o vermelho".

A segunda qualidade que descobri com o Manoel é a facilidade de agregar e construir relacionamentos institucionais e pessoais. "São características relevantes de nosso amigo", frisou. Por último, ficou patente em sua gestão a disposição de enfrentar dificuldades e apostar no Planejamento Estratégico. "Isso fez a diferença, inclusive se colocando à disposição para ajudar a atual gestão”, elogiou Tadeu Jorge.
 
Caius Lucilius com Isabelle Mancini
Assessoria de Imprensa do HC Unicamp 

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